Estudantes do 1º ciclo desafiados a «construir um mundo melhor»

Fátima, 24 mai 2019 (Ecclesia) – O Santuário de Fátima acolheu hoje o encontro Interescolas de alunos do 1.º ciclo de Educação Moral e Religiosa Católica (EMRC), este ano com inspiração ecológica e desafios para estudantes e docentes.

“Ser professor, ser educador é ser artista, é não se conformar, mas ter sempre a capacidade de dizer a mensagem bela e eterna,”, disse à Agência ECCLESIA Fernando Moita, coordenador do setor de EMRC no Secretariado Nacional da Educação Cristã.

O responsável adiantou ainda que “só juntos é possível estas crianças sonharem e construírem um mundo melhor, onde cada um se respeita, respeita o outro e o mundo”.

‘Com EMRC construo um mundo melhor’ foi o tema que levou 4 mil crianças do 1º ciclo, alunos de EMRC evocando a ecologia, tema transversal ao todos os anos do ensino da disciplina.

Os alunos chegaram com estandartes identificativos, papagaios de papel, flores de papel, girassóis e outros símbolos para fazer a festa e colorir o ambiente.

“Este é um dia especial”, confessou Miguel, do Colégio Sagrado Coração de Maria; “vimos encontrar outras crianças que são alunos de Moral”, remata Mafalda Dionísio, do 3.º ano, da escola de Miranda do Corvo.

Já António, do Agrupamento de Escolas de Penacova, disse à ECCLESIA que era grande o entusiasmo por frequentar a disciplina de EMRC: “Gosto de aprender coisas sobre Jesus”.

Helena, do Agrupamento de Escolas Grão Vasco, de Viseu, ouve falar de ecologia nas aulas e sente ser importante “aprender a preservar a natureza”.

Os alunos assistiram a um pequeno teatro para sensibilização do cuidado pela casa comum, intitulado “Dona Natureza”, mostrando-se entusiasmados no fim do espetáculo.

O dia contou ainda com uma pequena celebração, na Basílica da Santíssima Trindade, onde as crianças e professores uniram-se em cânticos e oração, presidida por D. Manuel Pelino, e membro da Comissão Episcopal da Educação Cristã.

“Educação é abrir os olhos ao mundo, a Deus e aos outros… Vivemos do exterior e da dispersão e é preciso ter esta vida espiritual que faz tanta falta a estas crianças”, referiu o bispo emérito de Santarém, em declarações à Agência ECCLESIA.

“Pedi-lhes que fossem uma luzinhas, porque cada um tem de dar o seu contributo para brilhar para todos”, acrescentou.

SN/OC

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