Lisboa, 05 mai 2021 (Ecclesia) – A Fundação Ajuda à Igreja que Sofre (AIS) alerta para a ambição de criar “um grande califado em África” de movimentos terroristas islâmicos, que têm os cristãos como alvo.

O tema esteve em destaque na emissão de hoje do Programa ECCLESIA, na RTP2, abordando o recente ataque contra o bispo-eleito de Rumbek, Sudão do Sul, D. Christian Carlassare, foi ferido a tiro, na madrugada de 26 de abril, por dois homens armados

“No assassinato brutal do empresário cristão e o atentado ao missionário, a menos de um mês antes de ele assumir as funções como bispo no Sudão do Sul, está a génese terrorista”, disse o jornalista Paulo Aido, ligado à AIS.

Segundo o entrevistado, estes casos mostram a “falta de controlo das autoridades” e a “existência da violência armada”.

Perante estes episódios de sangrentos, a Fundação Ajuda à Igreja que Sofre propõe aos cristãos que, neste mês de maio, rezem o terço todos os dias em defesa da liberdade religiosa.

“O objetivo é promover a oração em defesa da liberdade religiosa, pelos cristãos perseguidos, pela paz no mundo e pelo fim da pandemia”, disse Catarina Martins de Bettencourt, diretora do secretariado português da AIS.

Segundo a responsável, o mundo assiste a várias pandemias, provocadas “pela Covid-19, pela perseguição e pela violência”.

O Programa ECCLESIA emite semanalmente uma rúbrica sobre a Liberdade Religiosa, em parceria com a fundação pontifícia.

HM/LFS/OC

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