Luís Ribeiro

Os mais pobres são quem mais sofre com os efeitos das alterações climáticas – está nas mãos de todos ajudar a minimizar o seu sofrimento. Um retrato do planeta neste Dia do Ambiente.

Começo pelo supérfluo: sou ateu, apesar de ter tido uma educação religiosa (costumo dizer, na verdade, que sou ateu porque tive uma educação religiosa). Mas a minha descrença não se fica pela existência de Deus. Sou acima de tudo um descrente no Homem. Na capacidade de a humanidade, como um todo, se juntar para resolver um problema comum.

As alterações climáticas são uma inevitabilidade. Realisticamente, não há nada que possamos fazer, neste momento, para nos desviarmos do rumo que está a ser traçado. Gostaria imenso de acreditar que está nas nossas mãos (como gostaria imenso de conseguir acreditar em Deus, coisa que me resolveria o medo da morte), mas as evidências mostram-me o contrário.

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