Nota do Secretariado Geral da CEP lembra que os colaboradores da Igreja Católica, eclesiásticos ou leigos, têm acesso à vacinação como «qualquer outro cidadão»

Foto EPA/Lusa

Lisboa, 05 fev 2021 (Ecclesia) – A Conferência Episcopal Portuguesa defende o acesso de “qualquer cidadão” à vacina para a Covi-19, a começar pelas pessoas “mais vulneráveis” e as que “são fundamentais” para o funcionamento de instituições sociais e de saúde”.

No documento do Secretariado Geral da CEP enviado hoje à Agência ECCLESIA afirma-se que os “colaboradores da Igreja Católica, sejam eclesiásticos ou leigos, têm acesso à vacinação como qualquer outro cidadão”.

“Os ministros e colaboradores da Igreja Católica em Portugal, sejam eclesiásticos ou leigos, têm acesso à vacinação como qualquer outro cidadão e seguem as disposições estabelecidas pelas autoridades competentes para as diversas fases deste processo”, afirma o documento.

A Conferência Episcopal Portuguesa “congratula-se com o início da vacinação para a Covid-19 em Portugal” e confia “na adesão de todos ao processo em curso” para “recuperar da situação pandémica”.

“É essencial que a vacina chegue a todos, com justiça, cuidado e transparência, começando pelos mais vulneráveis, mas também pelas pessoas que, nas mais diversas instituições sociais e de saúde, são fundamentais para o seu funcionamento”, sublinha o documento.

A CEP reafirma “o necessário envolvimento de todos no combate à pandemia” e a certeza de que “nenhum outro interesse deve ser colocado acima dos esforços conjuntos” para utilizar os recursos disponíveis no superação da pandemia.

De acordo com o último boletim da Direção-Geral da Saúde, a pandemia covid-19 já provocou a morte a 13.482 pessoas, foram confirmados 748.858 casos de infeção e administradas 364 211 vacinas contra o novo coronavirus.

PR

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