Esforços redobrados com idosos para “barrar o contágio da epidemia”

Foto: Diocese de Bragança-Miranda

Bragança-Miranda, 28 mar 2020 (Ecclesia) – A diocese de Bragança-Miranda continua “ativa, solidária e próxima de cada pessoa” e, neste tempo de pandemia e isolamento social, várias instituições sociais redobram esforços.

“Em total colaboração com as autoridades civis e de saúde para barrar o contágio da epidemia viral, as instituições sociais da Diocese (Cáritas Diocesana, 5 Fundações canónicas, 56 Centros Sociais Paroquiais e 14 Santas Casas da Misericórdia e outros centros sociais) têm envidado esforços para acompanhar todos”, divulgou o site diocesano.

A diocese mostra-se assim “ativa, solidária e próxima de cada pessoa, nomeadamente dos mais vulneráveis”.

Como informa o site da diocese está a ser dado “apoio familiar aos profissionais de saúde e de segurança”, disponibilizaram creches e jardins-de-infância, “para acolher os seus filhos”, como o caso do Centro Social de Santa Clara (Servas Franciscanas Reparadoras de Jesus Sacramentado), a Fundação diocesana Casa da Criança Mirandesa (Sendim) e as Santas Casas da Misericórdia de Alfândega da Fé, Bragança e Miranda do Douro. 

Também o descanso para profissionais de saúde está a ser proporcionado pelos Marianos da Imaculada Conceição e da Fundação Cónego Manuel Joaquim Ochôa, nos Cerejais, em Alfândega da Fé.

“A Fundação Betânia com o Instituto Diocesano do Clero contam, em caso de emergência, com o apoio do Seminário diocesano de S. José para acolhimento de alguns dos seus utentes onde se incluem alguns sacerdotes idosos”, esclarece.

A Cáritas diocesana também “reinventou” os seus serviços, em união com Conferências Vicentinas da Paróquia de S. João Batista e o Centro Social Paroquial dos Santos Mártires, na ajuda aos mais idosos e doentes crónicos, “através da aquisição de alimentos e de medicamentos, bem como através da escuta ativa por telefone”.

“A Diocese continua a garantir, através dos seus sacerdotes, diáconos e pessoas consagradas um apoio espiritual e motivacional, sobretudo junto dos colaboradores das IPSS que em algumas circunstâncias também tiveram de alterar as suas vidas pessoais e familiares em prol das pessoas mais vulneráveis”, acrescenta.

SN

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