Associação Famílias lança um «manifesto político» “Neste momento a preocupação da defesa da vida e a promoção da família ainda não está nos discursos e muito menos na prática dos políticos” – disse à Agência ECCLESIA Carlos Aguiar Gomes, presidente da Associação Famílias que lançou hoje, dia 28 de Dezembro, um «manifesto político». Com o aproximar das eleições legislativas, o documento da Associação Famílias – está vedada a acção política, no sentido de apoiar ou de se vincular a um determinado partido político ou grupo de partidos – refere que “o voto só é verdadeiramente livre se é assumido com liberdade e conscientemente exercido”. Colaborar na reflexão a que todos os eleitores vão ser convidados e convocá-los a “escolher os projectos e programas políticos que claramente se apresentam com propostas que, inequivocamente, defendem o direito à vida, da concepção à morte natural e os direitos da Família tal como a nossa cultura a tem entendido” – adianta o «manifesto político». Por isso, entende que “a criação de um Ministério da Família não deve ser mero exercício de “marketing” político” mas “deve responder ao que dele se espera: apoiar a Família, como uma comunidade onde convivem transversal e verticalmente várias gerações”. Esse ministério deve “ter poderes na área da coordenação das políticas da família” e “não para calar determinada corrente da opinião pública” – menciona Carlos Aguiar Gomes. Na linha da defesa da família, o comunicado avança que “precisamos de leis mais protectoras e promotoras da vida humana”. Devido à mentalidade anti-vida que “se tem promovido estamos com um défice demográfico tremendo”. E realça: “precisamos de, com clareza, atribuir ao embrião o estatuto de sujeito jurídico” e reconhecer “que todo o embrião tem direito à vida, a uma família e a saber quem é o seu pai e a sua mãe”. Os Centros de Apoio à Vida e à Família devem “ser prioritários na acção social do próximo Governo” – afirma o documento. A Associação Famílias gostaria – “temos esse direito” – de saber o que pensam sobre “estes temas os candidatos do Partido ou conjunto de Partidos que se vão apresentar a sufrágio. Aos cidadãos assiste o direito à informação com verdade e transparência”. Este documento será entregue a todos os partidos políticos. Notícias relacionadas •Precisamos de leis mais protectoras e promotoras da vida humana •Conselho de Ética ultima parecer sobre a investigação em células estaminais •Opinião pública foi enganada sobre a clonagem
