“Uma Igreja activa e interventiva” foi o mote deixado por D. António Carrilho, na jornada diocesana dos leigos da Madeira, a 20 de Novembro.
O Bispo do Funchal estava satisfeito com a elevada participação de leigos, religiosos e sacerdotes nesta jornada, “prova de que o tema suscita grande empenho e debate”.
Além disso, “repensar juntos significa prestar atenção e ver o que as pessoas e a sociedade de hoje esperam da Igreja”. “Há três anos estabelecemos as prioridades que interessa agora rever para a nossa actuação futura, e é preciso continuar a agir em corresponsabilidade e participação”, disse.
“A mensagem em que nos baseamos é perene e está consolidada, mas preocupa-nos agora o modo de a comunicar e transmitir, para uma resposta mais adequada às necessidades de hoje”, explicou o Bispo do Funchal.
Redacção/«Jornal da Madeira»