Bispo de Santarém afirmou que «santidade e eficiência não são incompatíveis»

Lisboa, 10 mai 2018 (Ecclesia) – O presidente da Comissão Episcopal da Pastoral Social e Mobilidade Humana, da Igreja Católica, afirmou que “santidade e eficiência não são incompatíveis”, na cerimónia de tomada de posse dos novos órgãos sociais da Fundação Ajuda à Igreja que Sofre (AIS) em Portugal.

D. José Traquina, bispo de Santarém, enalteceu a “dimensão da solidariedade” da AIS com “as comunidades cristãs perseguidas no mundo” realçando o “apoio material e espiritual” que é prestado em tantos países.

Na nota enviada hoje à Agência ECCLESIA, a fundação pontifícia realça que da sessão desta quarta-feira destaca-se a “passagem de testemunho” do padre David Sampaio Barbosa para Miguel Brito Correia na presidência da Assembleia de Curadores.

“Hoje, a Fundação AIS está presente em 23 secretariados nacionais e os quase 400 mil benfeitores pelo mundo fora apoiam cerca de 5.300 projetos, todos os anos, em 148 países”, assinalou, na sua primeira intervenção, onde referiu a sua ligação à fundação pontifícia desde 1995 como voluntário.

O novo presidente da Assembleia de Curadores da Ajuda à Igreja que Sofre agradeceu o trabalho de todos os que têm colaborado com a fundação, em particular, a “alma” que são os benfeitores e voluntários.

“Sem os quais os cristãos perseguidos não vislumbrariam a centelha de esperança que esta instituição lhes proporciona”, observou.

Já o padre David Barbosa, que presidiu à Assembleia de Curadores da fundação nos últimos 15 anos, disse que a instituição católica “é um grande dom de Deus dado à Igreja” e manifestou-se “infinitamente grato ao Senhor por ter podido colaborar”.

No comunicado, a AIS informa que após a cerimónia, já com os novos órgãos sociais, teve lugar a primeira reunião da Assembleia de Curadores com a participação do Conselho de Administração e do Conselho Fiscal.

CB/OC

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