O actual presidente da república Checa, Vaclav Klaus, criticou o texto do Tratado que deveria regular as relações entre Praga e o Vaticano, pedindo que se inicie uma série de novas negociações. Assinado a 25 de julho de 2002, pelo chefe da diplomacia checa, Cyril Svoboda, e o Núncio Apostólico, Josef Erwin Ender, a concordata foi rejeitada pela câmara baiza do Parlamento, no passado mês de Maio. Klaus considera que o acordo é “desvantajoso” para o seu país e que alguns artigos são “erróneos, incongruentes e inúteis”. O texto do Tratado tinha sido considerado, no momento da sua assinatura, como um “compromisso mutuamente aceitável”, mas as relações entre a República Checa e a Santa Sé parecem agora comprometidas.
