Encontro destacou importância do «encontro pessoal» com Jesus

Braga, 14 set 2026 (Ecclesia) – O Arciprestado de Braga reuniu este sábado cerca de 180 catequistas de 50 paróquias da região no Auditório VITA, num encontro formativo dedicado aos desafios da inteligência artificial.
“Estamos numa sociedade, estamos ligados à inteligência artificial no nosso dia a dia e temos que viver essa parte como importante para nós também na vida”, afirmou a coordenadora da equipa da catequese arciprestal, Sílvia Silva, citada pelo ‘Diário do Minho’ e o site da arquidiocese.
A jornada assinalou o início do ano catequético sob o tema ‘Entre Rostos e Algoritmos: O Catequista na Era da IA’, propondo uma reflexão sobre a crescente mediação digital nas relações humanas.
O padre Marcelino Paulo Ferreira proferiu a conferência de abertura sobre as novas linguagens e recursos tecnológicos, fundamentando a intervenção na encíclica ‘Magnífica Humanidade’, do Papa Leão XIV.
O sacerdote interpelou a assembleia sobre a necessidade de “cuidar que o encontro pessoal com Jesus Cristo seja sempre a meta, de modo que a catequese não se transforme num mero espetáculo, sem substância bíblica e eclesial”.
A sessão incluiu a submissão digital de respostas para uma nuvem de palavras gerada em tempo real, na qual os educadores destacaram receios como verdade, isolamento, solidão, dispersão e desumanização.
O orador identificou a “atenção fragmentada, solidão hiperconectada e tentação do espetáculo” como as principais adversidades acentuadas pela atual cultura tecnológica.
O r padre Marcelino Paulo Ferreira, dinamizador do projeto ‘Laboratório da Fé’, partilhou exemplos práticos de utilização da plataforma Gemini Notebook no desempenho da atividade pastoral.
A coordenadora da equipa da Catequese do Arciprestado de Braga considerou que a escolha da temática responde a uma necessidade concreta dos educadores cristãos.
“Estamos numa sociedade, estamos ligados à Inteligência Artificial no nosso dia a dia e temos que viver essa parte como importante para nós também na vida”, indicou Sílvia Silva.
OC
