Bento XVI acaba de entrar na Sinagoga de Colónia, estando na “sala da memória”, que recorda os judeus assassinados no Holocausto, vítimas do nazismo durante a II Guerra Mundial. Esta é a segunda vez que um Papa entre numa Sinagoga (o primeiro foi João Paulo II, em 1986), o que torna o encontro ainda mais particular. Milhares de pessoas esperavam diante do edifício, no qual Bento XVI foi recebido pelos dignatários da comunidade judaica. O presidente do conselho central dos judeus na Alemanha, Paul Spiegel, disse numa entrevista que era importante que o Papa se deslocasse “como alemão a uma Sinagoga alemã” e que ali esteja no momento da oração do Kaddish (prece pelos mortos). Antes de chegar à Sinagoga, Bento XVI fez uma visita de cortesia ao presidente Horst Kohler. Este disse aos jornalistas que a Jornada Mundial da Juventude é “uma demonstração de que os católicos não são minoritários”, considerando que isso será bom para o diálogo com os outros cristãos.
