Agêncis Ecclesia/MC

«Todos, tudo e sempre em missão» foi o ímpeto que os bispos em Portugal lançaram para recordar que todos devem ser missionários, em qualquer geografia e em qualquer ação. Quis o Papa Francisco que a Igreja sofresse uma sacudiela para que mantenha no seu horizonte a necessidade de sair de si para ir ao encontro dos outros. Mais do que um discurso teórico importa perceber o que fica deste ano e deste mês extraordinário de missão: que mudanças se operaram, que sentido marcou o agir ou como vai continuar a direcionar as ações dos cristãos. procuramos essas respostas junto do padre António Lopes, diretor nacional das Obras Missionárias Pontifícias.

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