Viagem à Eslováquia levantou dúvidas sobre futuras viagens do Papa

A viagem apostólica de João Paulo II à Eslováquia foi marcada pela onda de dúvidas que se levantou em torno do estado de saúde do Papa. O porta-voz da Santa Sé, Joaquín Navarro-Valls, desmentiu informações da imprensa, segundo as quais, o Papa teve que se submeter a tratamentos médicos particulares ao chegar à Eslováquia, no dia 11. Sempre pronto a minimizar qualquer preocupação em torno deste tema, Navarro-Valls disse que «as limitações físicas do Papa são evidentes, o que é extraordinário e comovente é ver que não oculta a sua doença e ao contrário torna-a parte integrante do seu ministério e trabalho apostólico». O Cardeal eslovaco Jozef Tomko, que acompanhou o Papa durante estes dias e se encarregou de ler várias das suas homilias, reconheceu que “é difícil dizer se o Papa poderá voltar a viajar, tudo está nas mãos de Deus”. As maiores inquietações aconteceram na passada quinta-feira, tanto à chegada do aeroporto como na catedral de Trnava, onde imagens de uma televisão norte-americana mostraram uma equipa médica de reanimação a entrar na sacristia. João Paulo II está convidado para visitar a França, Áustria, Suíça e Polónia em 2004.

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