Avaliação do Pe. Joaquim Mendes dos seis anos de mandato como provincial dos Salesianos “Uma das preocupações foi manter a unidade na diversidade e valorizar a riqueza da complementaridade, de modo a seguirmos todos na mesma «composição», enriquecendo-nos mutuamente” – referiu o Pe. Joaquim Mendes, ao fazer a avaliação dos seis anos de mandato como provincial dos Salesianos. E acrescenta: “nisto procuramos seguir o lema “mais vale o imperfeito na unidade do que o perfeito na desunidade e potenciar e qualificar a comunicação entre nós, a nível pessoal, comunitário, provincial”. No próximo sexénio (2005-2011), o Pe. João de Brito Aparício de Carvalho será o Provincial dos Salesianos Portugueses. A nomeação foi feita dia 28 de Junho, pelo Reitor – Mor, Pe. Pascoal Chávez, dos Salesianos. A tomada de posse será no dia 4 de Agosto. Em entrevista ao Boletim Salesiano, o anterior provincial realça que um outro objectivo e preocupação foi “a formação inicial e permanente, sentida como exigência prioritária da vocação e da missão. A riqueza de uma Congregação são as pessoas, por isso tivemos a preocupação de garantir a qualidade humana ,cristã, religiosa e Salesiana dos irmãos, dotá-los de uma boa formação, para que possam viver com alegria a sua vocação e consagrarem-se generosamente à sua missão entre os jovens” Em termos estruturais “construímos a «Casa Juvenil S. João Bosco», no Porto, para acolhimento de grupos de jovens no âmbito de encontros de reflexão e de retiros, que inaugurámos em 2003. Construímos também, em Manique, no espaço do antigo noviciado, a “Residência Artêmides Zatti” para os Irmãos dependentes, procurando garantir-lhes um acompanhamento e cuidados médico-assistênciais de conforto e qualidade, não só como dever moral de justiça, mas como reconhecimento a quem se gastou na missão Salesiana. Uma outra iniciativa que tivemos foi a publicação da “Revista Catequistas”, como contributo para a renovação da catequese em Portugal” – mencionou o Pe. Joaquim Mendes. A província portuguesa tem agregados a si mais dois países – Cabo Verde e Moçambique – que a torna desde os seus inícios “uma Província Missionária”. O trabalho missionário é “uma característica essencial da nossa Congregação”, daí uma atenção particular, “carinho, acompanhamento e apoio aos irmãos, comunidades e obras que estão em Cabo Verde e Moçambique” – revelou.
