Unidades pastorais digitais

“As unidades pastorais têm que ser digitais, não apenas locais”. É a convicção de D. António Vitalino, que procura nas potencialidades da comunicação informática parcerias para a pastoral das diferentes comunidades da Igreja Católica em Portugal. Com ele, um grupo de trabalho estuda a melhor estratégia de propor programas e estruturas capazes de compatibilizar os diferentes pólos da comunicação. Na administração de bens e da pastoral, são frequentes a partilha de dados entre paróquias ou entre dioceses. Agora, ela passa frequentemente pela “burocracia dos serviços centrais”. A breve prazo, podem percorrer uma rede informática e, rapidamente, chegar a quem a solicita. Para além dos dados e da informação, a informatização trará ainda a possibilidade de partilha entre planos e propostas pastorais, com a possibilidade de os melhorar. “Se as paróquias comunicarem entre si conseguem dar sugestões aos outros”. Para D. António Vitalino, que coordena este grupo de trabalho e dinamiza o projecto porque membro da Comissão Episcopal das Comunicações Sociais, “temos que colaborar mais uns com os outros”. E acrescenta: “as unidades pastorais têm que ser, hoje, também digitais, não apenas locais”.

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