Diocese católica está a «monitorizar a situação», em coordenação com a Proteção Civil de Almada, e lamenta «prejuízos» e «incómodos»

Setúbal, 04 fev 2026 (Ecclesia) – A Diocese de Setúbal informa que “está a monitorizar a situação” da derrocada de uma secção do muro do Seminário de São Paulo, em Almada, esta terça-feira, “felizmente” sem vítimas, mas causou “danos materiais em diversas viaturas”.
“Lamentamos todos os prejuízos causados aos sinistrados bem como os incómodos vizinhos e a todos que quotidianamente circulam na Rua Fernão Lourenço”, lê-se na nota da Diocese de Setúbal, sobre a derrocada do muro do Seminário de S. Paulo, enviada, esta quarta-feira, dia 4 de fevereiro, à Agência ECCLESIA.
Na noite desta terça-feira, uma secção do muro do Seminário Diocesano de Almada caiu e causou “danos materiais em diversas viaturas”, “felizmente não há vítimas a lamentar”.

O bispo de Setúbal deslocou-se imediatamente ao local “e manifestou gratidão a todos quantos de imediato acionaram as autoridades de modo a salvaguardar pessoas e bens de quaisquer novos danos”.
D. Américo Aguiar, nas suas páginas nas redes sociais, assinalou que a “derrocada de parte do muro do Seminário de S. Paulo, causa prejuízos materiais”, deu “graças a Deus por ninguém se ter magoado ou ferido”, e partilhou uma fotografia.
A Diocese de Setúbal assegura que está a “monitorizar” esta situação da derrocada parcial do muro do Seminário de São Paulo em coordenação com a Câmara Municipal de Almada, nomeadamente com a Proteção Civil do Município, “para garantir a segurança da estrutura e procurar prevenir qualquer outra situação que a contínua queda de chuva possa provocar”.
O Seminário Diocesano de Setúbal “já acionou todos os mecanismos de seguros” para fazer face a esta situação, acrescenta a nota.
A Diocese de Setúbal aproveita a sua comunicação para “agradecer” a todos que estão envolvidos em “ações de segurança e socorro no contexto do mau tempo destes dias”, em Almada, na Península de Setúbal, e em Portugal.
A passagem da depressão Kristin por Portugal continental, há uma semana, no dia 28 de janeiro, causou pelo menos nove mortes e, desde então, vários feridos e desalojados; Leiria, por onde a depressão entrou no território, Coimbra e Santarém são os distritos que registam mais estragos.
O bispo sadino mostrou-se nessa quarta-feira solidário com as comunidades atingidas pela depressão Kristin, e agradeceu às equipas de socorro no terreno, e D. Américo Aguiar, enquanto capelão nacional da Liga dos Bombeiros Portugueses, visitou os municípios de Leiria e Ourém, onde encontrou-se com os respetivos Bombeiros Voluntários.
O Governo Português decretou situação de calamidade, que foi prolongada até ao próximo domingo, dia 8 de fevereiro.
CB/OC
