Se a Igreja não for missionária, não é Igreja

Enviado do Papa falou ao Congresso Americano Missionário O enviado especial do Papa ao II Congresso Americano Missionário (Cam2), Cardeal Crescenzio Sepe, assegurou que “se a Igreja não é missionária, já não é Igreja”. Perante os mais de três mil peregrinos reunidos na Cidade de Guatemala, o Prefeito da Congregação para a Evangelização dos Povos vincou que essa convicção “não é parte da temática, mas realidade teológica: os cristãos são missionários em virtude do Baptismo”. O Cardeal Sepe destacou que os 25 anos de Pontificado de João Paulo II mostraram que a Igreja é essencialmente missionária. Segundo o prelado, isso é evidente na “catequese itinerante” que o Papa tem realizado desde o início da sua missão, com visitas a todas as Igrejas particulares. SEITAS E SECULARIZAÇÃO O Cardeal Rodolfo Quezada, anfitrião do evento, disse aos jornalistas que “o grande desafio que as Igrejas centro-americanas têm não é de tipo numérico, são as pessoas que não crêem, as pessoas indiferentes, que não querem ter Deus em sua vida”. D. Quezada insistiu que “o número dos indiferentes, o número dos não crentes tem aumentado nos últimos tempos” embora tenha reconhecido que “há outras instituições religiosas que estão a ter certo sucesso” na América Central. O Arcebispo também advertiu que “a Igreja Católica deixa certos espaços que podem ser tomados por irmãos de outras confissões cristãs” mas vincou “a Igreja Católica hoje em dia mais viva, mais dinâmica, mais comprometida com as pessoas pobres, com um esforço de evangelização, com a condição humana”.

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