Portalegre-Castelo Branco: Bispo manifesta proximidade com as pessoas afetadas pelos «efeitos devastadores» da depressão Kristin

D. Pedro Fernandes destaca solidariedade que tem «multiplicado esforços para estar junto das pessoas e minorar o seu sofrimento»

Foto: Jornal Reconquista

Portalegre, 30 jan 2026 (Ecclesia) – O bispo de Portalegre-Castelo Branco manifestou “a mais viva dor, consternação e solidariedade” com “todos os cidadãos” afetados pelos efeitos “devastadores da depressão Kristin”, especialmente às vítimas mais diretas e seus familiares, em especial os que moram na diocese.

“Diante deste terrível quadro de calamidade e sofrimento, cabe-nos manifestar a nossa proximidade, como cidadãos e como cristãos”, escreve D. Pedro Fernandes, numa mensagem publicada na página da diocese na internet.

A passagem da depressão Kristin pelo território português, esta quarta-feira, dia 28 de janeiro, deixou um rasto de destruição, causando pelo menos seis mortos, vários feridos e desalojados.

“Quero expressar a minha mais viva dor, consternação e solidariedade para com todos os que sofreram, direta ou indiretamente, com a passagem desta tempestade brutal, que atrás de si deixou um aterrador rastro de destruição e morte. Dirijo-me de modo especial a todos os que moram dentro do território da Diocese de Portalegre-Castelo Branco, tendo igualmente presentes todas as outras pessoas, das demais regiões do país afetadas.”

O bispo de Portalegre-Castelo Branco dirige-se a todos, “especialmente aos familiares e amigos das vítimas mortais”, mas também a todos os que sofreram danos materiais que lhes trazem tanto prejuízo e sofrimento, e revela que se sente “próximo, unido à sua aflição e em muita comunhão de orações”.

Foto: Jornal Reconquista

D. Pedro Fernandes felicita “toda a solidariedade” dentro e fora da sua diocese, “para socorrer e apoiar as vítimas”, e manifesta também a sua solidariedade com todas as forças vivas, públicas, privadas e também da Igreja Católica, que têm “multiplicado esforços para estar junto das pessoas e minorar o seu sofrimento”.

O bispo de Portalegre-Castelo Branco, na mensagem a “todos os cidadãos afetados pelos efeitos devastadores da depressão Kristin, especialmente às vítimas mais diretas e seus familiares”, acrescenta que vai continuar a acompanhar de perto esta situação que “faz sofrer a todos e desafia todos à solidariedade”.

Os distritos mais afetados foram Leiria, por onde a depressão entrou no território continental, Coimbra, Santarém e Lisboa, mas também Setúbal sofreu consequências do mau tempo provocado pela tempestade.

O Governo português decretou a situação de calamidade nas zonas mais afetadas pela ‘Kristin’, 60 municípios abrangidos, “entre as zero horas de dia 28 até 1 de fevereiro às 23h59”, após reunião do Conselho de Ministros, esta quinta-feira na residência oficial do primeiro-ministro.

CB

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