Bento XVI manifestou-se contra o envolvimento de padres na política, assinalando que a sua identidade “não deve nunca ser ligada à um título secular nem confundir-se com uma função civil ou política”. Falando aos Bispos da Papua Nova Guiné e Ilhas Salomão, em vista “ad limina” ao Vaticano, o Papa exigiu que os padres “dêem o exemplo de uma vida de castidade e de serviço humilde”, celebrando a Missa todos os dias para fazer dela “o centro da vida de cada um”. Aos Bispos, Bento XVI recomendou também atenção particular pelo desenvolvimento humano, espiritual, intelectual e pastoral dos seminaristas e dos noviços, a fim de que sejam capazes de “aprofundar a sua identidade religiosa e reforçar o seu compromisso alegre com o celibato”.
