Papa condena actos de violência injustificada no Iraque

O Papa voltou a condenar firmemente os atentados terroristas contra as forças estrangeiras presentes no Iraque em missão de paz, expressando a “sua mais firme reprovação por este novo acto de violência injustificada, que se soma a tantos gestos cruéis perpetrados naquela atormentada nação.” O Cardeal Angelo Sodano, Secretário de Estado do Vaticano, enviou um telegrama de pêsames em nome de João Paulo II ao Presidente do governo espanhol, José María Aznar, pelo atentado terrorista do passado sábado que custou a vida de sete membros dos serviços secretos espanhóis. Falando de um “execrável atentado terrorista” perpetrado na cidade iraquiana de Swaira, onde vários espanhóis perderam a vida “no cumprimento generoso da sua missão de paz”, o telegrama asseguras as orações e solidariedade do Papa. O texto conclui com o convite de João Paulo II “a rezar e a trabalhar para que naquela região, tão provada, possam reunir-se quanto antes as condições de normalidade e de paz”. BISPOS ESPANHÓIS CONTRA O TERRORISMO “Não há causa alguma, seja de ordem nacional ou internacional, que possa justificar as acções terroristas”. Assim se exprimem os bispos da Conferência Episcopal Espanhola ao condenar os actos terroristas de 29 de Novembro. Em carta dirigida a D. Daniel Ponte Rodríguez, vigário-geral da Arquidiocese Castrense, a Secretaria Geral do Episcopado pediu que “transmitisse aos familiares das vítimas a dor dos Bispos espanhóis pela perda dos seus entes queridos.” A missiva assinada pelo Pe. João Antonio Martínez Camino, Secretário da Conferência Episcopal Espanhola, indicou que os sete espanhóis morreram “no exercício das responsabilidades de serviço”.

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