Sublinhou João Paulo II na celebração de Pentecostes No Domingo de Pentecostes, João Paulo II referiu que é o Espírito Santo que faz dos cristãos “semeadores de esperança, agentes de misericórdia e de paz”. Ao concluir a sua intervenção, João Paulo II invocou a intercessão de Maria “para que se renovem na Igreja os prodígios de Pentecostes e todos os homens possam acolher o alegre anúncio da salvação”. A Igreja é composta “por homens e mulheres de todas raças e culturas, reunidos na fé e no amor da Santíssima Trindade, para ser sinal e instrumento da unidade de todo o género humano” disse o Papa desde a janela de seu escritório voltada para a praça de São Pedro, no Vaticano. Na vigília de Pentecostes, João Paulo realçou que os novos movimentos e comunidades eclesiais são uma “resposta providencial” do Espírito Santo para a Igreja. O encontro, participaram cerca de 15 mil peregrinos, foi convocado pelo próprio, no domingo anterior, para testemunhar na véspera de Pentecostes a variedade de carismas próprios da Igreja. A ideia do Papa, como ele mesmo testemunhou, era a de renovar a experiência que a Igreja viveu no Pentecostes de 1998, quando pela primeira vez na história reuniram-se na mesma praça representantes dessas novas realidades eclesiais em torno do bispo de Roma e dos bispos de todo o mundo. “Foi uma manifestação extraordinária da unidade da Igreja, na riqueza e variedade dos carismas, que o Espírito Santo infunde em abundância” – recordou o João Paulo II. E acentua: “os movimentos eclesiais e as novas comunidades são uma resposta providencial, suscitada pelo Espírito Santo diante da necessidade actual de nova evangelização”.
