Kofi Annan condena crescendo de ódio e discriminação com motivação religiosa

O secretário-geral da ONU, Kofi Annan, condenou ontem todas as formas de discriminação e ódio, com especial relevo para o anti-semitismo e a islamofobia. Intervindo numa homenagem ao poeta escocês Robert Burns, Annan referiu que o fim da discriminação por motivos de religião “é o grande desafio para o espírito de unidade que deve congregar todas as pessoas do mundo”. Num momento em que na Europa se discute a legitimidade dos sinais de pertença religiosa no espaço público, o secretário-geral da ONU convidou os Estados a “não entenderem o Islão como um monólito, intrinsecamente oposto ao Ocidente”. Por outro lado, vincou que “ninguém pode criticar a actividade de Israel para mascarar o seu próprio anti-semitismo”. Notícias relacionadas • João Paulo II faz um balanço da situação internacional

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