João Paulo II exige mais justiça e desenvolvimento social

João Paulo II assinalou ontem que a justiça e o desenvolvimento social “representam o caminho que pode garantir ao mundo um futuro de paz”. Na sua intervenção antes da recitação do Angelus, em Castel Gandolfo, o Papa criticou “a iníqua distribuição dos bens que Deus destina a todos seus filhos”, a nível mundial, convidando a comunidade internacional a eliminar o flagelo da fome e as consequências da miséria. Comentando a passagem evangélica da liturgia deste Domingo, João Paulo II vincou que “o ensinamento que se tira da parábola é claro: cada um deve utilizar os próprios bens sem egoísmo e de maneira solidária”. Recordando a “cimeira da fome” que na semana passada se celebrou na sede das Nações Unidas, com a participação de chefes de Estado e de Governo, o Papa referiu que “a Igreja Católica garante todo seu compromisso para desarraigar do mundo o flagelo da fome e as demais consequências da miséria”.

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