Os procuradores da Companhia de Jesus estiveram reunidos, em Loyola, Espanha, de 17 a 23 de Setembro, para decidir se os jesuítas necessitava de uma Congregação Geral, o órgão legislativo da Companhia de Jesus. No final dos trabalhos concluiu-se, “com grande maioria, que não era necessário convocar uma Congregação Geral” porque “a documentação existente é suficiente” – disse á Agência ECCLESIA o Pe. Nuno Gonçalves, procurador da Província Portuguesa da Companhia de Jesus e um dos 98 procuradores presentes. Para além deste ponto central, os procuradores reflectiram também sobre a “colaboração com os leigos, a formação dos jesuítas mais novos e a globalização”. Em relação à globalização, o Pe. Nuno Gonçalves adiantou que “devemos olha-la como uma oportunidade e usar os meios que esta nos traz”. A utilização destes meios “para a evangelização” – finalizou.