Pastoral da Saúde: Diocese do Porto celebra Dia Mundial do Doente, centrado na esperança
Com uma reflexão do bispo de Lamego, e o envio pelo bispo do Porto, D. Manuel Linda
Porto, 30 jan 2026 (Ecclesia) – A Diocese do Porto, através do seu Secretariado da Pastoral da Saúde (SDPSaúde), vai celebrar o Dia Mundial do Doente 2026, em formato hibrido, com a reflexão ‘A Esperança não engana e fortalece-nos nas tribulações”, a 11 de fevereiro.
O Secretariado Diocesano da Pastoral da Saúde do Porto informa que vai assinalar o Dia Mundial do Doente 2026, no dia 11 de fevereiro, com um encontro na Casa Diocesana de Vilar, sala Clérigos, a partir das 21h00, segundo uma nota enviada hoje à Agência ECCLESIA.
Do programa, destaca o SDPSaúde, consta um momento reflexivo, subordinado ao tema ‘A ESPERANÇA não engana e fortalece-nos nas tribulações’, que vai ser orientado pelo bispo de Lamego, D. António Couto, a partir das 21h45.
Este evento aberto à participação de todos, “particularmente aos que experimentam a fragilidade do corpo ou da alma”, vai começar com o acolhimento, segue-se a abertura, com um momento musical pelo Clube Trama & Companhia, às 21h30, e vai terminar com o “envio”, presidido pelo bispo do Porto, D. Manuel Linda, às 22h45.
O SDPSaúde informa ainda que este encontro vai ser transmitido na plataforma Zoom, pela Diocese do Porto, os participantes “acedem à ‘sala de espera’ virtual”, e esperam que seja dada entrada, no início da sessão.
A Igreja Católica celebra anualmente o Dia Mundial do Doente, a 11 de fevereiro, na memória litúrgica de Nossa Senhora de Lourdes, e esta data foi instituída pelo Papa São João Paulo II, a 11 de fevereiro de 1992.
O Papa Leão XIV dedicou a sua primeira mensagem para o Dia Mundial do Doente ao tema ‘A compaixão do samaritano: amar carregando a dor do outro’, que foi publicada no dia 20 de janeiro, onde lamenta “a cultura do efémero, do imediato, da pressa, bem como do descarte e da indiferença”.
O Papa convidou a gestos de “proximidade e presença”, não como “meros gestos de filantropia”, mas como “sinais de participação pessoal nos sofrimentos do outro”, na mensagem onde termina a lembrar “os doentes e as suas famílias”, também os que cuidam de quem está doente, e o trabalho de “profissionais e agentes da pastoral da saúde”.
CB

