Lisboa, 17 jan 2020 (Ecclesia) – Os Leigos para o Desenvolvimento (LD) estão à procura de “pessoas para mudar o mundo” e vão apresentar o seu ciclo de formação de voluntários, a partir das 21h00, de 28 de janeiro, em Lisboa e no Porto.

“Existem atualmente muitas oportunidades de voluntariado e de intercâmbios internacionais mas convidamos todos a virem conhecer-nos e à forma como fazemos o nosso trabalho. Não se trata de mais uma experiência que acumulo no meu curriculum pessoal mas a Experiência que pode mudar e dar sentido à minha vida”, afirma a diretora-executiva dos LD, Carmo Fernandes.

Num comunicado enviado à Agência ECCLESIA, a organização católica para o desenvolvimento informa nas sessões vão apresentar um novo ciclo de formação de voluntários, que vai começar em fevereiro, e é “uma oportunidade extra que permitirá partir em missão em setembro/outubro deste ano”.

Os Leigos para o Desenvolvimento vão “apelar ao voluntariado internacional e nacional”, prestar esclarecimentos e informações, apresentar os projetos, traçar o perfil do voluntário.

As sessões de apresentação no dia 28 de janeiro começam às 21H00, em Lisboa, no Centro Universitário Padre António Vieira – CUPAV, e no Porto no CREU-IL, o Centro de Reflexão e Encontro Universitário – Inácio de Loyola.

Estes encontros destinam-se a jovens interessados numa experiência missionária em África e Portugal, durante um ano, dos 21 e os 45 anos de idade, e os participantes têm “sempre a possibilidade de trocar experiências” com voluntários que já estiveram em missão, colocar questões e pedir esclarecimentos sobre os LD, a missão e os projetos desenvolvidos.

Os Leigos para o Desenvolvimento trabalham há mais de 30 anos em prol do “desenvolvimento integral e integrado” em países de expressão portuguesa, atualmente Angola, Moçambique, Portugal e São Tomé e Príncipe, atuando, preferencialmente, “na área da formação e educação, da dinamização e organização comunitária, empreendedorismo e empregabilidade, capacitação de agentes locais, promoção do voluntariado e pastoral.

“Beneficiam dos seus projetos, em média, por ano, cerca de 50.000 pessoas e 150 organizações locais e já partiram em missão mais de 420 voluntários”, contabiliza ainda a organização católica.

CB

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