Depois das questões surgidas como “são geridos os montantes recolhidos em resultado da boa vontade e solidariedade de todos os portugueses”, a Cáritas Portuguesa, reunida em Conselho Geral, dias 25 e 26 de Outubro, em Viseu, salientou que “desde 5 de Agosto até dia 29 de Setembro recebeu em donativos “2.459.755,94 Euros”. Verbas que serão e foram aplicadas na ajuda às vítimas dos incêndios que assolaram o país nos últimos meses. No distrito de Portalegre e Castelo Branco, a Cáritas Portuguesa ajudou na reconstrução de 8 casas, que tiveram o apoio da Câmara Municipal e “foram apoiadas cerca de 85 famílias, em reposição de animais mortos, cercas, forragens para gado e outros bens de primeira necessidade, tudo no valor de 80.000 Euros”. No mesmos distritos, esta instituição ajudou também em bens e na cooperação. No apoio à reconstrução de casas no distrito de Santarém, a Cáritas já aplicou algumas dezenas de milhares de Euros e relativamente às situações de desemprego, “em resultado do incêndio numa fábrica de malhas que os proprietários não pretendem reconstruir, estamos em contacto com a população e prontos a intervir em caso de necessidade” – refere o comunicado da Cáritas. Os distritos da Guarda, Setúbal e Algarve estão também referenciados no apoio a dar pela Cáritas mas são “ajudas em análise”. E adianta: “Guarda (o apoio a 2 famílias), Setúbal (reconstrução de uma casa) e Algarve (reconstrução de 6 casas em Monchique).
