“A missão do seminário não se reduz à existência de uma casa com o objectivo específico de acolher os candidatos ao sacerdócio. O seminário é, prioritariamente, um tempo destinado à formação e ao discernimento vocacional, que inclui necessariamente o Pré-seminário e o seminário em família” – sublinha D. Manuel Quintas numa nota pastoral sobre a semana do Seminário diocesano de S. José que tem início no próximo domingo, dia 30 de Outubro, prolongando-se até dia 6 de Novembro. Depois de ter estado um ano ‘quase fechado’, apenas com um seminarista no seio da instituição, o Seminário Diocesano de São José em Faro, voltou a ‘abrir as portas’ para receber quatro novos seminaristas, estando a viver dias de renovada esperança. Ao semanário da diocese, “Folha do Domingo”, o padre Mário de Sousa, reitor da instituição, fala do fundamento desse sentimento e lembra que “o Seminário não são só os quatro seminaristas que estão em Faro”. Há também os sete seminaristas algarvios em Évora, os três finalistas a trabalhar cá na diocese e o conjunto de 31 pré-seminaristas e mais alguns que, embora não fazendo parte de listagem oficial, são acompanhados pessoalmente”, concretiza o sacerdote, acrescentando que “todos são motivo de esperança e de acção de graças ao Senhor e são resultado de um ano de oração”. Como as vocações nascem e “desenvolvem-se graças à mediação da Igreja”, D. Manuel Quintas refere que é “fundamental passar de uma atitude da espera e do acolhimento dos que se sentem chamados a seguir esta vocação, a uma proposta dirigida à pessoa concreta”.
