A maioria dos senadores chilenos opõe-se à proposta de oferecer uma opção por um matrimónio indissolúvel e irrenunciável perante a legalização do divórcio. Faltando pouco tempo para o início da segunda sessão de debate sobre o projecto de lei de casamento civil no Senado, a maioria do Senado –inclusive os parlamentares católicos- negaria o seu voto à proposta da Igreja para que o projecto contemple a salvaguarda da indissolubilidade do matrimónio católico. O presidente do Senado, Andrés Zaldívar, avançou que não há maioria para isso enquanto o congressista Gabriel Valdés disse que “a lei que estabelece o divórcio vincular não pode ser optativa. O direito de divorciar-se não pode ser renunciável”.
