Continua critica a situação na Libéria

Missionários revelam que o país está quase sem médicos Dos 80 médicos registrados na Libéria, apenas 26 estão a trabalhar, e em condições extremas. A informação chega através do testemunho do Pe. José António Soria, religiosa que trabalha no hospital St. Joseph’s, da Ordem de Hospitaleira de São João de Deus. “Faltam água, luz, alimentos e medicamentos: fomos obrigados a dispensar as pessoas em condições menos graves para poder fazer frente às emergências”, relata este religioso à agência Fides. “O hospital encontra-se diante de um oceano: 140 leitos que se tornam 200 nos momentos de máxima emergência, para oferecer serviços de medicina interna, cirurgia geral, pediatria, oftalmologia e obstetrícia, onde ainda trabalha um único médico especializado de todo o País”, acrescenta ainda. A capital da Libéria, Monróvia, recebe agora cerca de um terço da população total do país (três milhões de pessoas), encontrando-se em condições de superpopulação. Escolas, igrejas, negócios e outros edifícios foram ocupados pelos exilados que não possuem nada.

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