D. António Vitalino, Bispo de Beja, lembrou aos vários milhares de jovens presentes na 30ª Peregrinação Nacional do Movimento do Convívios Fraternos, dia 13 e 14 Setembro, em Fátima, que “os jovens não podem ser excluídos da missão da Igreja”, antes pelo contrário, estes “são as melhores testemunhas de Cristo e dos valores do seu Reino para os outros jovens”. Ao dirigir-se aos presentes dos Convívios Fraternos, o prelado de Beja recordou as palavras de João Paulo II, segundo as quais “os jovens são um laboratório de fé, esperança de uma nova aurora, construtores duma nova sociedade”. Como vivemos numa civilização “que tem dificuldade em integrar e aceitar o sofrimento e a morte” como parte da vida “tentamos eliminar tudo o que pode fazer sofrer ou lembrar a dor e a morte” – refere D. António Vitalino. E avança: “esperamos tudo da ciência e pouco do Senhor da Vida”. Inspirados pelo tema da peregrinação, e enquanto os representantes das várias dioceses cantavam “Teu Rosário é força da paz, ó Maria; teu rosário é força da paz e nossa alegria”, algumas dezenas de outros «convivas» criavam quinze terços com três jovens a rezar diante deles
