O Conselho Ecuménico das Igrejas (CEI) manifestou o seu profundo pesar pelo assassinato do Ir. Roger, fundador da Comunidade Ecuménica de Taizé, considerando que o monge “foi uma testemunha do Evangelho e do diálogo ecuménico, cujo esplendor marcou o nosso tempo”. O organismo, que tem sede em Genebra e reúne 347 Igrejas cristãs, elogiou a “busca incessante de um diálogo ecuménico autêntico entre os que acreditam”, que caracterizou a vida e a acção do religioso. “O Ir. Roger morreu como viveu, rezando no meio da sua comunidade”, sublinha, na mensagem, Geneviève Jacques, secretária-geral em exercício do CEI. Por sua vez, a Federação das Igrejas Protestantes da Suíça, disse estar transtornada pela morte do Ir. Roger Schütz. “Ele foi um exemplo, sobretudo para os jovens, de espiritualidade vivida e de autêntico ecumenismo” afirma em comunicado. Os Bispos franceses expressaram “profunda consternação” pela morte do Ir. Roger, fundador da Comunidade Ecuménica de Taizé. O Presidente da Conferência Episcopal Francesa e Arcebispo de Bordéus, D. Jean-Pierre Ricard, escreveu à Comunidade para expressar o seu pesar pela perda dessa grande testemunha de Deus, “apaixonado pela unidade dos cristãos e pela reconciliação”. Em Portugal, o Bispo das Forças Armadas e de Segurança, D. Januário Torgal Mendes Ferreira, enviou uma declaração à Agência ECCLESIA na qual afirma que “Frei Roger morreu pelos motivos contra os quais lutou sempre em nome da Paz”. “Prossegue, agora, com outra eficácia, esse combate: o de um Pai dos Céus que entregou à Humanidade o encargo de tudo transformar na justiça da fraternidade”, assegura.
