Câmara de Amares empenhada na venda das “velas da paz”

A Câmara Municipal de Amares espera vender, pelo menos, um milhar de “velas da paz”, contribuindo assim para o êxito da campanha “Dez milhões de estrelas — Um gesto pela paz”. Uma iniciativa dinamizada pela Cáritas Portuguesa, através das Cáritas Diocesanas, e cujas receitas serão aplicadas no apoio a pessoas com problemas oncológicos residentes na Arquidiocese de Braga e na melhoria da qualidade de vida das crianças internadas em duas instituições de São Tomé e Príncipe (Centro Teresiano e Casa dos Pequeninos). Em Amares, as “velas da paz” — que as famílias devem acender na noite de Natal e colocar à janela, preferencialmente, ou junto do presépio ou na mesa da ceia do dia 24 de Dezembro — estão à venda na Galeria de Informação, Arte e Turismo, em Ferreiros, no horário de expediente. Cada vela custa um euro; dando 3,5 euros, leva quatro para casa. Num comunicado ontem enviado ao Diário do Minho, a Câmara Municipal de Amares mostra-se satisfeita com a adesão popular a esta iniciativa. «Neste momento, a organização traça já um balanço positivo e bastante animador relativamente aos resultados esperados». «Considerando que sempre que foram chamados a intervir nos projectos que o Município implementou a favor de São Tomé e Príncipe os amarenses corresponderam muito positivamente, a organização está confiante em atingir a meta das 1.000 velas vendidas no concelho », refere também o comunicado. A cooperação da Câmara de Amares com aquele país remonta a 2002. No passado dia 11 de Novembro foi assinado um protocolo com a Câmara Distrital de Caué. «Adicionalmente, e tendo em conta os tempos difíceis de profunda violência por todo o mundo, a autarquia só poderia estar receptiva e sensível à mensagem da paz que a Cáritas pretende levar a casa de todos os portugueses». Ainda segundo o comunicado da Câmara Municipal de Amares, a Escola Secundária desta vila minhota também está a participar na campanha, «não só promovendo a venda das velas», mas também «sensibilizando a comunidade escolar para a necessidade de se cultivarem valores mais altruístas como a solidariedade».

Partilhar:
Scroll to Top