Os bispos espanhóis colocam sérias dúvidas a respeito da nova lei sobre as técnicas de reprodução assistida apresentada na semana passada pela ministra da saúde, Ana Pastor. “A lei continua a ser injusta, porque continua a fazer legalmente possível a produção de seres humanos”, refere a conferência episcopal numa nota sobre esta matéria. Em relação ao destino a dar aos “embriões congelados, não se tem conseguido chegar a um consenso no seio da Igreja: alguns aprovam a descongelação de embriões para que a natureza siga o seu caminho, mas outros apostam pela hipótese da adopção por outros casais. “A lei é muito melhor, mas insuficiente, porque a reforma se deveria basear no princípio de que a ciência tem de estar ao serviço da saúde”, referiam os bispos.
