Bispo do Funchal saiu em defesa do Matrimónio tradicional

O Bispo do Funchal defendeu ontem que só a união natural entre um homem e uma mulher “possui o selo de eternidade” e insurgiu-se contra os Estados que têm vindo a sancionar as uniões entre pessoas do mesmo sexo. D. Teodoro de Faria verberou as ideias, as leis, os factos chamados “modernos” que a sociedade não só vai permitindo e tolerando, como também vão aparecendo Estados que já autorizam uniões entre pessoas do mesmo sexo, equiparando-as à união matrimonial, sujeito de direitos e deveres. Ao presidir à peregrinação das famílias ao Cabo Girão, o líder da diocese madeirense reiterou a posição da Igreja, que é a de defender apenas a união natural entre um homem e uma mulher, elevada à categoria de sacramento. O prelado chamou a atenção para esta tendência, no Parlamento Europeu, onde coexistem as mais diversificadas ideias e opiniões, segundo as quais, os altos valores do matrimónio cristão e da família estão ameaçados, “sob o disfarce da modernidade e da falsa ideia de liberdade às pessoas do presente século”. O Bispo rejeita as versões desses idealismos, segundo os quais, a Igreja Católica é acusada de “retrógrada”, por defender a vida humana, tanto na sua origem, a família, como no ventre materno, opondo-se ao aborto, e, no final da mesma, recusando a eutanásia, sob a máscara de maior preocupação pela vida dos idosos. Manuel da Gama

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