Bispo do Funchal defende o direito à vida

D. António Carrilho pede empenho dizer contra a «cultura da morte e ao domínio do mal em todas as suas situações» O Bispo do Funchal, defendeu ser necessário “dizer sim à vida e não à cultura da morte”. “Há que dizer sim à vida e à qualidade de vida, dizer não à cultura da morte e ao domínio do mal em todas as suas situações, a fome e a miséria, a solidão e o abandono, a ignorância e o medo, o egoísmo e a corrupção, o pecado em geral, em todas as suas formas”, sustentou o prelado madeirense, D.António Carillho presidiu pela primeira vez à celebração em honra da Senhora do Monte, uma das principais festas da Região. O Bispo de Funchal afirmou que compete agora aos discipulos “lutar, com esperança, para que todas as situações de morte sejam progressivamente ultrapassadas para que a salvação se realize”. Num claro apelo contra a nova legislação relativa ao aborto, que recentemente entrou em vigor no nosso país, D. António Carrilho defendeu o “sim à vida contra a cultura da morte”. Outra das mensagens fortes deste dia foi transmitida aos jovens. O novo Bispo da Diocese do Funchal pediu para que abrissem os seus corações a Cristo e para que “não tenham medo de ser diferentes ou remar contra a corrente”, pois “se tendes um ideial cristão de vida, não deixeis de o viver e testemunhar”. Lembrando que, de 15 a 20 de Julho de 2008, vai realizar-se em Sidney, na Austrália, a XXIII Jornada Mundial da Juventude, o prelado citou a mensagem de Bento XVI para esta ocasião, onde se diz que “a Igreja está à vossa espera para construir o futuro e espera muito de vós”. No final da celebração, D. António Carrilho revelou-se satisfeito por “mais um momento de encontro com o povo”. Redacção/Jornal da Madeira

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