Bispo de Braga dá pistas para o Ano Vocacional

E confronta-se com a «demografia presbiteral» da diocese “Sem nos deixarmos invadir por um pessimismo desmotivador, queremos, como Igreja Diocesana, permitir que um Ano Vocacional comprometa todas as comunidades numa vivência geradora de vocações de especial consagração” – apelou D. Jorge Ortiga, arcebispo de Braga, na abertura do Ano Vocacional, dia 7 de Outubro. Uma Diocese que não preste atenção a todas as vocações “está a negar o seu dinamismo e a impedir a Acção do Espírito. Interessa, como objectivo fundamental, a consciencialização da vocação universal à santidade e, sobre este terreno, lançar a inquietação serena da descoberta dum caminho pessoal de entrega incondicional ao Reino de Deus no mundo” – realçou. E acrescenta: “não caio na tentação – nem gostaria que ninguém caísse – de sublinhar um reducionismo vocacional, no sentido de olhar exclusivamente para os sacerdotes diocesanos. Penso, porém, que todos compreenderão que me confronte com a “demografia presbiteral” da Arquidiocese”. Perante esta realidade, o arcebispo de Braga lança algumas pistas: “realização duma séria e capilar animação vocacional a perpassar todas as iniciativas e numa articulação convicta com a pastoral juvenil e familiar” e o “exercício e testemunho duma fraternidade humana-espiritual e pastoral – entre todos os consagrados”. Nestas pistas – e percorrendo-as – “a Igreja Diocesana deve deixar de lamentar-se e viver das denúncias, verdadeiras ou falsas. Todo o positivo que Deus semeou nesta vinha de Braga tem de ser cultivado e colocado a circular” – finalizou D. Jorge Ortiga, na Igreja do Seminário de Santiago.

Partilhar:
Scroll to Top