As dinâmicas pastorais na diocese de Beja

A última etapa do plano trienal deste território eclesial No último sábado, 25 de Setembro, a Igreja de Beja reuniu-se para celebrar o seu dia diocesano e deu entrada no último ano do plano trienal, composto por cinco objectivos. Em declarações à Agência ECCLESIA D. António Vitalino, bispo de Beja referiu que este é o 22º dia diocesano e o 6º que a diocese o tem como pastor. “A missão de evangelizar” é uma das linhas programáticas e um dos métodos utilizados foi as “Missões Populares” realizadas em muitas localidades. Apesar dos recursos humanos “serem escassos temos de ir ao encontro do povo” – sublinhou D. António Vitalino. A Igreja tem que ser “uma paróquia aberta” onde se alertam os cristãos “para os fundamentos da fé, formação da comunidade e preparação dos sacramentos”. A iniciação cristã é outra prioridade naquela Igreja do Baixo Alentejo. Na diocese “há muita gente que não é baptizada” devido a esta realidade “temos que insistir na dinâmica da Iniciação Cristã (Baptismo, Crisma e Eucaristia)”. Para além deste ponto central “queremos dinamizar cada vez mais a vivência do Domingo” – salientou o bispo diocesano. Incrementar “cada vez mais a dimensão sóciocaritativa” é outra das prioridades da Igreja de Beja. Os primeiros passos já foram dados. A Cáritas foi remodelada e “queremos que todas as comunidades tenham esta sensibilidade para os problemas humanos e sociais da sua população”. No fundo é a dinamização das Cáritas paroquiais e do “voluntariado” – disse. A reforma da administração diocesana e paroquial tem “vindo a ser repensada” e o projecto foi feito pelos órgãos colegiais com responsabilidade pastoral na diocese. No dia da Igreja diocesana saiu um “livro com dez estatutos e orientações para estes sectores” – referiu D. António Vitalino. A «Legislação Diocesana» – nome do livro – destina-se aos leigos e padres com responsabilidades pastorais. Neste terceiro ano do plano trienal, o bispo de Beja adiantou que “com este novo instrumento de trabalho iremos fazer acções de formação a nível de paróquia e arciprestados”. E avança: “a Igreja é uma corresponsabilidade de todos e não apenas do padre ou do bispo”.

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