Ano Santo 2025: Diocese das Forças Armadas e de Segurança realizou peregrinação jubilar, em Coimbra

«Quando cumpris a lei e aplicais o direito, construís a justiça, que é a base da paz» – D. Sérgio Dinis

Foto: Diocese Forças Armadas e de Segurança

Coimbra, 02 abr 2025 (Ecclesia) – A Diocese das Forças Armadas e de Segurança, o Ordinariato Castrense de Portugal, realizou uma solene peregrinação jubilar do Ano Santo 2025, esta quarta-feira, dia 2 de abril, na cidade de Coimbra.

“Todos os que aqui estais sois sinal de esperança. Quando cumpris a lei e aplicais o direito, construís a justiça, que é a base da paz, seja no quartel, na esquadra, ou no contacto direto com os cidadãos, levais consigo essa missão — especialmente para os mais frágeis”, disse o bispo das Forças Armadas e de Segurança, no final da celebração, na Sé Nova de Coimbra.

D. Sérgio Dinis enalteceu o papel dos servidores públicos, e reafirmou também o apoio da Igreja, através da diocese Castrense, aos que defendem a soberania nacional e a segurança coletiva, essenciais para uma sociedade livre, segundo a informação enviada à Agência ECCLESIA, pela Diocese das Forças Armadas e de Segurança.

A ‘peregrinação de fé e serviço’ realizou-se no contexto do Ano Santo 2025, o Jubileu da Esperança, convocado pelo Papa Francisco, e sublinhou a dimensão ética e comunitária do serviço às pessoas e à pátria.

Este encontro jubilar da Diocese das Forças Armadas e de Segurança de Portugal mobilizou dezenas de participantes “num momento de espiritualidade e compromisso cívico”, que se reuniram na cidade de Coimbra, começou com o rito de abertura do Ano Jubilar, marcado pela proclamação da Palavra de Deus e pela leitura de excertos da bula ‘Spes non confundit’ (‘A Esperança não Engana’), com que o Papa instituiu esta celebração, na Praça Dom Dinis.

Após o momento inicial de congregação, os peregrinos do Ordinariato Castrense, dirigiram-se para a Sé Nova de Coimbra, onde foram recebidos com o rito de aspersão de água benta.

“Toda a vida é uma peregrinação, um caminho que fazemos juntos”, destacou o bispo da Diocese de Coimbra, na homilia da celebração.

D. Virgílio Antunes, a partir da Sagrada Escritura, indicou três verbos “essenciais” para o serviço público: ‘Escutar’, atender às necessidades do próximo; ‘Ajudar’, socorrer quem mais precisa; ‘Renovar’, melhorar as estruturas que servem a sociedade.

O bispo da Diocese de Coimbra incentivou os militares, polícias, agentes da Proteção Civil, membros do Ministério Público e da Polícia Judiciária a viver esses princípios no quotidiano do seu trabalho.

Esta peregrinação jubilar da Diocese das Forças Armadas e de Segurança de Portugal foi organizada pelo Comando Territorial da GNR de Coimbra e coordenada pelo capelão António Santiago.

O 27.º jubileu ordinário da Igreja Católica, o Ano Santo 2025, começou com a abertura da Porta Santa, na Basílica de São Pedro, pelo Papa, na noite de 24 de dezembro de 2024, e termina a 6 de janeiro de 2026.

Ainda esta quarta-feira, dia 2 de abril, a Diocese das Forças Armadas e de Segurança celebra a sua Via-Sacra, “uma oportunidade para fortalecer a fé e a espiritualidade, e para pedir a proteção de Deus durante o serviço”, que vai ser presidida pelo bispo do Ordinariato Castrense de Portugal, D. Sérgio Dinis, pelas 21h00, no Regimento de Artilharia Antiaérea Nº 1 (RAAA1), em Queluz (Sintra).

CB/OC

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