A Família não anda ao sabor dos ventos

“Pensar a família como suporte de iniciativas pastorais” – pediu D. Jorge Ortiga Apesar de muitos apelidarem a “nossa época como momento de «pensamento débil»” e dos critérios se alterarem “ao sabor dos ventos”, D. Jorge Ortiga, arcebispo de Braga, referiu, nas jornadas pastorais da família, dia 15 de Maio, em Braga, que sabe que “muitos pretendem «empurrar» a Igreja para o lugar oposto” mas que o “cristão, minimamente consciente, sabe que este dualismo não corresponde à verdade”. Nesta iniciativa, realizada no Colégio D. Diogo de Sousa, o prelado bracarense acentua que “se no passado a Igreja foi promotora duma cultura e formação humana”, hoje tem de continuar a “provocar esta insatisfação cultural, mentalizando e criando condições para que aumente a vontade de saber e de iluminar a vida com as verdades da fé”. Uma celebração diocesana, realizada no Dia Internacional da Família, onde o pastor lamentou: “custa ver populações e comunidades alheias a actividades culturais. Não podemos desistir e o nosso trabalho permitirá que ao lado do futebol e das telenovelas outros assuntos tenham interesse”. E acentua: “se há um campo onde se evoluiu em termos de conhecimentos e simultaneamente inquietações e dúvidas é a família”. Evolução no campo familiar mas esta “não pode limitar-se a actividades”. Urge pensar a família como “suporte de iniciativas pastorais” que, sem uma base doutrinal, podem “significar mero passatempo”. E finaliza: “tenhamos a coragem de evangelizar as famílias, no sentido de pregar uma «Boa-Nova» que norteie e responda a todas as problemáticas com as quais elas se deparem”. Notícias relacionadas •Pretendem «empurrar» a Igreja para o lugar oposto.

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