Realçou Bagão Félix, num congresso sobre o 10º aniversário do Ano Internacional da Família As famílias são um “importante património da humanidade” referiu o ministro Bagão Félix, dia 14 de Maio, em Aveiro, na sessão de encerramento do congresso, promovido pelo Governo Civil, do 10º aniversário do Ano Internacional da Família e, por antecipação, o Dia Internacional da Família, que ocorreu a 15 de Maio. Para além desta referência, o ministro da Solidariedade garantiu que “uma sociedade só é coesa e só tem futuro se não renunciar a valores superiores, onde estão, naturalmente, o da vida e o da família”. Depois de afirmar que “o Estado não tem inteligência afectiva nem verdadeira consciência social”, Bagão Félix fez um apelo no sentido de preservarmos “a soberania das famílias ao nível da solidariedade”. Nessa linha, disse que “é a família que delega algumas funções na sociedade e na organização do Estado e não o contrário”. Nesta iniciativa, contou com várias centenas de participantes, D. António Marcelino, bispo de Aveiro, acentuou também que os problemas das famílias são o “reflexo da sociedade”, tendo-se congratulado com “o facto de haver muitas famílias sérias, que não desistem de ser família”. Aos que têm responsabilidade neste país, o prelado referiu “a causa da família não pode deixar ninguém indiferente”. De modo claro e transparente sublinhou: “não podemos apenas olhar e criticar os outros e dizer que a família não está bem”, porque, “todos temos família e não dispensamos a família”.
