A «brincadeira séria» do escutismo

Seminário sobre “Ser Escuteiro: um desafio… uma aventura” “O Escutismo Católico tem que se constituir não apenas como escola educativa mas também como caminho de espiritualidade eclesial” – referiu o Pe. José Nuno, capelão do Hospital de S. João e antigo assistente regional do CNE, aos participantes do Seminário “Ser Escuteiro: um desafio… uma aventura”, realizado no Porto, nos dias 14 e 15 de Fevereiro. Sem esquecer a «aventura», o antigo assistente salientou que o Escutismo é “uma brincadeira muito séria” porque em pleno jogo poderá “ser feita a proposta”. O Corpo Nacional de Escutismo (CNE) inclui várias faixas etárias e vários grupos de trabalho. Mesmo aos «Lobitos», o primeiro nível do CNE, essa consciência é incutida porque “é a uma realidade transversal a todo o percurso escutista” – realçou o Pe. José Nuno. E acentua: “o padre que hoje sou também se deve ao facto de desde miúdo ter entrado no caminho escutista”. Por sua vez, o assistente diocesano do CNE, Pe. Américo Aguiar, disse à Agência ECCLESIA que o seminário faz parte do plano de actividades da Junta Regional que irá comemorar, em 2005, as suas “bodas de diamante (75 anos)”. Em relação á «brincadeira séria», o Pe. Américo Aguiar afirmou que é importante que os dirigentes “saibam que o papel deles não é jogar”. O papel do dirigente é “providenciar tudo para que o jovem jogue”. Quando a actualidade vive de substâncias perenes, o assistente diocesano do CNE verifica que o método escutista ainda “é actual”. E adianta: “quanto mais olhamos à nossa volta podemos dizer que cada vez mais tem mais sentido este método”. Aos jovens pede-se “que remem contra a maré” – finalizou o Pe. Américo Aguiar.

Partilhar:
Scroll to Top