Esperança do director do Departamento Nacional da Pastoral Juvenil Apesar das inscrições nacionais para as Jornadas Mundiais da Juventude (JMJ), a realizar em Colónia, Alemanha, terminarem a 7 de Maio, o director do Departamento Nacional da Pastoral Juvenil, Manuel Oliveira de Sousa, espera “bater o recorde do número de participantes portugueses que existia desde última JMJ realizada na Europa, em Roma”. Na cidade eterna estiveram cerca de oito mil jovens. Cada diocese fez o seu calendário porque as viagens não são asseguradas pelo Departamento. Apesar de acusarem os jovens de estarem «desligados», Oliveira de Sousa “não adopta este critério” porque “os números provam o contrário”. Na Igreja “não temos jovens desligados” – refere. A panóplia de ofertas é uma realidade e, nos momentos de opção, os jovens buscam, muitas vezes, o lazer e o descanso. Em contraste com o compromisso que “traz sacrifício” – alerta o director. Quando as grandes causas aparecem – caso do Encontro de Taizé e JMJ – os jovens “estão lá” e “dizem sim”. Encontros que não “são pontos de chegada” mas, antes, pontos de partida” – salienta Oliveira de Sousa. Quem adere e participa “vem mais fortalecido para fazer a caminhada”. Recentemente foi publicado um estudo do Observatório Português da Juventude segundo o qual o desemprego e a habitação própria são as principais preocupações dos jovens de hoje. Perante estes dados, Oliveira de Sousa adianta que todos os estudos “têm um objectivo” que condiciona os resultados. Os jovens têm as grandes preocupações comuns.
