Apesar de não fazer peditório. Este ano a diocese do Algarve foi novamente fustigada com incêndios. Apesar dos prejuízos causados pelas chamas, Carlos Oliveira, Presidente da Cáritas algarvia, disse à Agência ECCLESIA que “não se fez peditório nacional nem diocesano” porque “vamos servirmo-nos do dinheiro que a Cáritas tem da campanha dos incêndios do ano anterior”. Com o intuito de ajudar as pessoas que ficaram sem os seus bens, a Cáritas do Algarve enviou um fax para as autarquias a “disponibilizarmo-nos para colaborar com as câmaras naquilo que fosse necessário quer na reconstrução de casas quer na aquisição de alfaias agrícolas” – sublinhou. Até ao momento, a “única resposta que obtivemos foi da Câmara Municipal de Silves” onde afirmava que depois do levantamento feito entrava em contacto com a Cáritas. Com a Câmara de Monchique, teve bastantes hectares ardidos, “continuamos a colaborar no âmbito do protocolo estabelecido no ano anterior”. E acentua: “estamos a ajudar na reconstrução de duas casas ardidas em 2004”. As habitações reconstruídas dos fogos de 2003 estão “todas entregues” – salientou Carlos Oliveira. A Cáritas do Algarve ofereceu também a sua ajuda às paróquias que tiveram mais fogos. “Contactámos os párocos porque eles estão mais inteirados das necessidades das pessoas” – afirmou.
