A negação da democracia participativa

Alertas de D. António Marcelino “O Estado providência é a negação da democracia participativa e a mutilação da legítima cidadania, uma vez que pretende prolongar a menoridade do povo, fazendo depender tudo de si próprio, o único capaz de saber e de providenciar aquilo que a todos interessa” – alerta o bispo de Aveiro, D. António Marcelino, no comentário semanal que faz no «Correio do Vouga». “Militância nostálgica por um Estado Providência” é o tema da sua reflexão onde o prelado refere que “o Estado providência é, por sua natureza, totalitário e potencialmente estatizante” enquanto a “democracia, com as suas limitações, permite respirar, sonhar, participar e decidir”. No final do seu comentário deixa este apelo: “quem anda na rua, atento e de olhos abertos, sabe bem que assim é. A democracia não suporta mais um Estado providência, nem um poder totalitário, nem tendências estatizantes”.

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