Eucaristia: Festa para todos

Dia diocesano em Aveiro “A generosidade não acabou na Igreja” e “é importante que comecemos a falar mais pela positiva” – disse D. António Marcelino, bispo de Aveiro, na celebração de encerramento do dia da igreja diocesana, 27 de Junho. Este dia – subordinado ao tema «A Eucaristia gera Fraternidade – não prescindiu, como habitualmente, de uma manhã de reflexão. Oito grupos, bastante heterogéneos, debruçaram-se sobre “Vocação e Valores na Vida dos Jovens”, “Os Jovens e a Eucaristia – A Eucaristia e os Jovens”, “Eucaristia, uma festa para todos”, “As Famílias reunidas em Família para Celebrar”, “Eucaristia: Alimento dos Peregrinos – Força para os Débeis”, “Da Missa à Missão”, “Eucaristia –Fermento de Compromisso” e “Pela Eucaristia, Construir a Fraternidade”. As conclusões, com sugestões para o próximo ano pastoral, vieram depois, com animação musical e algumas dramatizações, que procuraram interpelar os participantes que vieram um pouco de toda a Diocese. No horizonte dessas propostas, esteve o “Ano Eucarístico”, acontecimento que será vivido, por proposta do Papa, entre o Congresso Eucarístico Mundial, a celebrar, no México, entre 10 e 17 de Outubro próximo, e o Sínodo dos Bispos, previsto para o Vaticano, de 2 a 29 de Outubro de 2005. Citando o saudoso Padre Américo, D. António Marcelino recomendou também, na Eucaristia de encerramento, “que cada comunidade cuide dos seus pobres”, tendo acrescentado que não se partilha só o pão, mas também as experiências e a disponibilidade, sendo certo que o Senhor “pede-nos muito, mas dá-nos muito mais”. Nessa linha, não faltaram ideias que se conjugam para uma vivência mais autêntica da Eucaristia porque reconheceu-se que há muita gente que ainda não compreendeu o verdadeiro significado da missa, pelo que urge reformular as formas de catequese, no sentido de levar as pessoas a experimentarem a alegria da celebração da ressurreição do Senhor. Nas celebrações tem de ser usada uma “linguagem acessível a todos” e tem de ser estimulada a alegria. Mas também é importante que “a missa dê respostas aos problemas que nos inquietam, obviamente em sintonia com o mundo, do qual não nos podemos nem devemos desligar” – finalizou.

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