Clero português com sangue novo

Ordenações em Lisboa, Lamego, Beja, Guarda e Coimbra Algumas dioceses portugueses receberem neste fim de semana novos pastores. Lamego, Lisboa, Beja, Guarda e Coimbra ficaram mais ricas com sangue novo no clero diocesano. Tal como se entoou, no Mosteiro dos Jerónimos, em Lisboa, no cântico de entrada – “Eu cuidarei das minhas ovelhas” – nas outras dioceses a liturgia também colocou em destaque a ordenação de novos padres e diáconos. Em Lisboa foram ordenados 7 padres e 14 diáconos. Em Lamego, D. Jacinto Botelho ordenou dois presbíteros, e na diocese vizinha, Guarda, dois diáconos disseram – “Sim quero” – quando foram interpelados por D. António dos Santos: “Quereis em resposta ao chamamento do Senhor, completar a vossa preparação e tornar-vos aptos para o ministério na Igreja, que a seu tempo recebereis mediante a sagrada Ordem?”. A diocese de Beja também recebeu dois novos pastores para a messe do Baixo Alentejo e Coimbra ficou enriquecida com três novos presbíteros. Na celebração do Mosteiro dos Jerónimos, D. José Policarpo, Patriarca de Lisboa, convidou a assembleia a reflectir sobre o mistério da vocação. Partindo da Leitura do Livro dos Reis e da Epístola de S. Paulo aos Gálatas, o bispo de Lisboa disse “que ninguém pode servir a dois senhores” e pediu aos cristãos para aceitarem “com radicalidade o desafio de Deus”. Ao recordar as sementes da sua vocação, D. José Policarpo pediu aos 14 diáconos permanentes e aos 7 padres para “obedecerem a vontade de Deus”. Um dos diáconos permanentes disse à Agência ECCLESIA que “Deus convidou-me, eu aceitei o convite e agora estou disponível para ajudar a Igreja de Lisboa”. Por sua vez, o Marcos Alvim Magalhães, um dos ordenados da diocese de Lamego, refere que “como sacerdote aspiro ser «perito» em humanidade, solidário com as alegrias e os sofrimentos de todos”. A diocese de Beja, tal como grande parte das dioceses portuguesas sofre com a falta de clero, também recebeu dois novos padres. O Pe. Daniel Guerreiro deu “graças a Deus pelo chamamento que me fez” e o Pe. Francisco Silvestre pediu ao “senhor um coração humilde e generoso”. A todos os ordenados, os celebrantes pediram: “escutai a voz do Senhor”.

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