Sem tabaco, pouco álcool e muita saúde

Campanha de sensibilização da Vigararia dos Milagres, em Leiria Sensibilizar a população da vigararia dos Milagres, diocese de Leiria, para a promoção e defesa da saúde é o objectivo da campanha que esta vigararia está a desenvolver durante o mês de Abril e Maio. “Saúde? Sim; Tabaco? Não; Álcool? Com moderação” é o tema desta iniciativa promovida pelos Grupos Sócio-Caritativos e Conferência de S. Vicente de Paulo. Para o efeito foi editado material que está a ser distribuído de casa em casa e também “cartazes afixados em locais públicos” – disse à Agência ECCLESIA o Pe. Jacinto Gonçalves, um dos párocos da referida vigararia. “O melhor é não começar a fumar” mas “nunca é tarde para deixar de fumar” porque “poupa-se dinheiro” e traz muitas vantagens para a saúde – pode ler-se no material distribuído. Quanto ao álcool, os folhetos alertam a população para a influência nefasta que este coloca nas famílias. Como o “álcool perturba o funcionamento” desta célula da sociedade, o Pe. Jacinto Gonçalves refere que “apelamos para a não existência de excessos” que levam “a acidentes, alterações psicológicas, perturbações na relação com os outros e gera comportamentos violentos e conflitos na esfera social”. Em relação à problemática do alcoolismo, os bispos do centro do país escreveram, em 1997, uma carta pastoral sofre este flagelo. Segundo o Pe. Jacinto Gonçalves esta iniciativa vem no seguimento desta preocupação mas lamenta que o documento tenha “sido pouco divulgado”. E acentua: “a carta chegou aos padres e pouco mais” Como sugestão para «uma boa saúde», o material de apoio aconselha “uma alimentação saudável e actividade física”. Apesar de nestas paróquias existir o hábito das caminhadas nocturnas convém “recordar estas vantagens” – disse o Pe. Jacinto Gonçalves. Ao nível de reacções – sublinha este pároco – têm “sido positivas” e até “apelamos a guardarem a documentação e de vez em quando passarem uma vista de olhos”. Esta iniciativa da Vigararia dos Milagres vem dizer “à sociedade que a Igreja acompanha sempre o homem, nas suas alegrias esperanças, nas suas dificuldades e problemas, nos êxitos e fracassos” – finaliza.

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