Congresso Mundial defende modelo tradicional de Família

João Paulo II enviou mensagem a criticar «as modas» que querem mudar a estrutura familiar Mais de 3.500 membros de numerosas organizações sociais, provenientes de mais de 50 países, estiveram reunidos no México para o III Congresso Mundial das Famílias, saindo em defesa do “modelo tradicional” de Família. As conclusões do Congresso Mundial recolhem o pedido dos participantes “às autoridades dos nossos respectivos países e ao secretário-geral das Nações Unidas, Kofi Annan” para que se “pronunciem contra a iniciativa apresentada em dias passados, por diversos países, para promover a orientação sexual dos homossexuais e lésbicas como um direito humano”. Esta iniciativa contradiz “a natureza e dignidade humana e as instituições básicas da sociedade: a família e o matrimónio”, adverte o documento. Os congressistas defendem que “o matrimónio é constituído pela união de um homem e uma mulher” e que a família “é constituída pelo conjunto de pessoas que se encontram vinculadas por uma relação de parentesco, o qual pode ser por consanguinidade, afinidade ou legal, segundo derivem da filiação, do matrimónio ou da adopção”. Daí que, “por ser contrário à natureza humana, não poderá reconhecer-se como matrimónio a união de pessoas do mesmo sexo”. João Paulo II, na sua mensagem para esta iniciativa, recordou aos participantes que era preciso “defender a família das modas que querem mudá-la”. Sob o lema “A Família Natural e o Futuro das Nações, Crescimento, Desenvolvimento e Liberdade”, o congresso procurou, de 29 a 31 de Março, proporcionar um espaço inter-cultural e inter-religioso de encontro, reflexão, diálogo e proposta.

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