Lição de um carmelita aos bispos portugueses

Pe. Agostinho Leal prega retiro aos bispos “A experiência de Deus vivida no nosso quotidiano” é o princípio que preside ao retiro que os bispos portugueses estão a realizar, de 1 a 5 de Março, em Fátima. Uma «paragem» orientada pelo Pe. Agostinho Leal, da Ordem dos Padres Carmelitas Descalços (OCD), que em declarações à Agência ECCLESIA realça que estes “servos de Deus, que estão ao serviço da Igreja, são homens simples e acolhedores”. Neste ambiente “só temos que recriar o sentimento que temos em Jesus Cristo”. Uma paragem “que é sempre muito saudável” porque nesta sociedade, que “corre tanto, parar é preciso”. Um momento para “ver, olhar e continuar” – disse o Pe. Agostinho Leal. E acentua: “ideias novas não há, só temos que redimensionar a nossa maneira de estar e ter consciência dos desafios contemporâneos”. Parafraseando Santo Agostinho, este sacerdote carmelita salienta que “temos de pintar no nosso coração e no coração dos bispos aquela beleza sempre antiga e sempre nova que é Deus”. Sobre as diferenças entre a pregação de um retiro a leigos e aos bispos portugueses, o Pe. Agostinho Leal diz que “é diferente” porque a “comunicação tem que ser mais directa”. Enquanto os prelados são “pastores e animadores da comunidade” e “têm responsabilidade de ser comunidade”, aos leigos “temos de incutir que a nossa união a Cristo é uma questão baptismal”.

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